quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Charges das eleições 2014


Datafolha: Paulo Câmara 46%; Armando, 36%


O Instituto Datafolha divulgou nesta quinta-feira (2) uma nova pesquisa na corrida ao governo do Estado. No levantamento, o candidato Paulo Câmara (PSB) aparece com 46% das intenções de voto, contra 36% do seu principal adversário, Armando Monteiro Neto (PTB). O postulante do PSOL, Zé Gomes, está em terceiro, com 1%. Miguel Anacleto (PCB), Jair Pedro (PSTU) e Pantaleão (PCO) não alcançaram 1% das citações. Brancos e Nulos somam 8%, enquanto os indecisos chegam a 9%.
No levantamento anterior do DataFolha, divulgado em 26 de setembro, Paulo Câmara tinha 43% e Armando, 34%. Os dois principais candidatos oscilaram dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais.
No quesito rejeição, o candidato Pantaleão aparece em primeiro com 34%. Na sequência aparecem Zé Gomes (31%), Jair Pedro (27%), Miguel Anacleto (26%), Armando Monteiro (23%) e Paulo Câmara (17%). Outros 5% votariam em qualquer candidato, 6% rejeitam todos e 15% não souberam responder.
A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 1 e 2 de outubro, quando 1.264 pessoas de 45 municípios foram entrevistadas. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número PE-00036/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-00933/2014.

Embates francos durante debate da Globo


Candidatos com a faca nos dentes. O primeiro bloco do debate entre os candidatos a presidente da República, promovido pela Rede Globo, na noite desta quinta-feira (2), começou com muitos confrontos, troca de acusações e reprimenda contra o candidato do PRTB, Levy Fidelix, por causa de declarações feitas no último confronto, no domingo.
Logo na primeira intervenção, a candidata do PSOL, Luciana Genro, após alfinetar a Rede Globo, convocou a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), para questioná-la sobre a corrupção na Petrobras. A presidente destacou uma série de medidas que teria adotado na sua gestão. Na sua réplica, Luciana citou que o tesoureiro do PT estava entre os envolvidos.
A presidente, mais uma vez, afirmou que o seu Governo abriu todas as portas para a investigação dos casos de corrupção.
Em outro momento, o tucano Aécio Neves, citando o mensalão, lembrou que a candidata do PSB, Marina Silva, estava no PT durante o episódio. E questionou como fica a nova política que ela defende. Marina disse que foi do PT por 24 anos e que saiu da legenda “justamente para manter as minhas convicções”, e aproveitou a lembrar do mensalão mineiro.
No momento em que foi perguntar, Marina escolheu o Pastor Everaldo (PSDC), e aproveitou para defender os programas sociais, afirmou que ampliará o Bolsa Família, e prometeu dar 13º salário aos beneficiados pelo programa.
Já no fim do primeiro bloco, o candidato do PRTB, Levy Fidelix, foi colocado contra a parede por causa da das declarações homofóbicas que fez durante o debate no último domingo. Primeiro o postulante do PV, Eduardo Jorge, e depois a do PSOL, Luciana Genro, cobraram que o adversário se retratasse das declarações. Ele, no entanto, não retirou o que disse.
No Twitter, após o primeiro bloco, os cinco primeiros trending topics Brasil eram sobre o debate, dois deles referentes a Fidelix.
Depois de um segundo bloco com temas sorteados pelo apresentador do debate, William Bonner, em que houve algumas trocas de acusação, o clima voltou a esquentar na terceira parte do debate da Globo. Destaque ´para o confronto diretor entre a presidente Dilma e Aécio Neves. Nas vezes em que foram chamados a perguntar, escolheram um ao outro.
Ainda no terceiro bloco, durante o confronto entre Aécio e Luciana Genro, o clima pesou e, em dado momento, ela pediu que o tucano baixasse o dedo, que estava em riste.